terça-feira, 1 de outubro de 2013

Evilen Liandra uma guerreira pela Vida.

Agora mesmo, escrevendo esse texto, as lágrimas me vêm aos olhos. Impossível, como mãe, não me comover com a dor dessa mulher. Não me parece justo. Não me parece natural. Por mais que pensemos que a morte faz parte de nosso caminho, de nossa história, a verdade é que poucas – ou até nenhuma – mãe está preparada para ver seu filho partir antes dela.
Eu, que acredito na doutrina espírita e me apego a valores que até me consolam sobre a morte, ainda sim me comovo pelas outras mães. Sei que o sofrimento é de toda a família. Até eu, que não conheci o moço, sinto pela morte dele quando penso. Mas, para a mãe, ahhh, minha gente. Essa deve ser uma dor sem tamanho. Não sei se essa é a ordem natural da vida. Se bem que, pensando melhor, a vida tem uma ordem?
E assim começa o meu dia, pensando no quão perene e sensível é a nossa passagem nesse mundo. Como diz minha amiga, a vida é um sopro. Em um instante, um coração saudável para de bater. É por isso que, depois de seu irmão ter partido, eu tenho ficado muito reflexiva no que eu quero pra mim e para os meus filhos. Porque cada momento é vida. Cada instante junto é algo a ser compartilhado.
Depois disso, reafirmei em mim a beleza dos pequenos momentos. Um passeio, mãos dadas, um carinho gratuito, um olho no olho. Não raras as vezes que deixo o computador de lado e me jogo no chão onde meus meninos estão brincando. Porque, cada dia que se passa é um dia a menos da gente juntos. Então, que saibamos aproveitar enquanto podemos olhá-los nos olhos, enquanto eles ainda cabem no nosso colo, enquanto aquelas barriguinhas sobem e descem com sua respiração. Que possamos nos permitir mais viver cada minuto da dádiva de ter esses tesouros. Porque um dia, cedo ou tarde, eles não estarão mais conosco.
*Imagem: We Heart It
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Internada e respirando por aparelhos.
Agora mesmo, escrevendo esse texto, as lágrimas me vêm aos olhos. Impossível, como mãe, não me comover com a dor da minha irmã que a meses esta com minha sobrinha hospitalizada e após várias cirurgias que a criança já fez os médicos a chamam e dizem que o que tinha que ser feito pelos profissionais da terra já foi feito, agora e esperar pela vontade vontade de Deus. Sabe logo eu que sei exatamente como ela se sente neste momento, passei meses com minha filha que nasceu perfeita mais que infelizmente a perdi precocemente. Cuidei dela até o último momento mesmo sabendo que ela tinha leucemia não sobreviveria as quimioterapia. Acompanhei cada sofrimento de minha filha até que foi feita a vontade de Deus que a levou para o lado dele. Neste momento me vem tudo a cabeça quando vejo minha irmã enfrentando a dificuldade que já enfrentei sei que são situações diferentes, minha sobrinha tem 7 anos e aos 6 meses de vida começou a desenvolver uma paralisia cerebral, de lá pra cá muitas internações cirurgias e luta pela vida. 

EVILEN LIANDRA E UMA GURERREIRA PELA VIDA.  Não me parece natural. Por mais que pensemos que a morte faz parte de nosso caminho, de nossa história, a verdade é que poucas – ou até nenhuma – mãe está preparada para ver seu filho partir antes dela.
Eu, que acredito na doutrina espírita e me apego a valores que até me consolam sobre a morte, ainda sim me comovo pelas outras mães. Sei que o sofrimento é de toda a família. Até eu, que não conheci o moço, sinto pela morte dele quando penso. Mas, para a mãe, ahhh, minha gente. Essa deve ser uma dor sem tamanho. Não sei se essa é a ordem natural da vida. Se bem que, pensando melhor, a vida tem uma ordem?
E assim começa o meu dia, pensando no quão perene e sensível é a nossa passagem nesse mundo. Como diz minha amiga, a vida é um sopro. Em um instante, um coração saudável para de bater. É por isso que, depois de seu irmão ter partido, eu tenho ficado muito reflexiva no que eu quero pra mim e para os meus filhos. Porque cada momento é vida. Cada instante junto é algo a ser compartilhado.
Depois disso, reafirmei em mim a beleza dos pequenos momentos. Um passeio, mãos dadas, um carinho gratuito, um olho no olho. Não raras as vezes que deixo o computador de lado e me jogo no chão onde meus meninos estão brincando. Porque, cada dia que se passa é um dia a menos da gente juntos. Então, que saibamos aproveitar enquanto podemos olhá-los nos olhos, enquanto eles ainda cabem no nosso colo, enquanto aquelas barriguinhas sobem e descem com sua respiração. Que possamos nos permitir mais viver cada minuto da dádiva de ter esses tesouros. Porque um dia, cedo ou tarde, eles não estarão mais conosco.
*Imagem: We Heart It
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Agora mesmo, escrevendo esse texto, as lágrimas me vêm aos olhos. Impossível, como mãe, não me comover com a dor dessa mulher. Não me parece justo. Não me parece natural. Por mais que pensemos que a morte faz parte de nosso caminho, de nossa história, a verdade é que poucas – ou até nenhuma – mãe está preparada para ver seu filho partir antes dela.
Eu, que acredito na doutrina espírita e me apego a valores que até me consolam sobre a morte, ainda sim me comovo pelas outras mães. Sei que o sofrimento é de toda a família. Até eu, que não conheci o moço, sinto pela morte dele quando penso. Mas, para a mãe, ahhh, minha gente. Essa deve ser uma dor sem tamanho. Não sei se essa é a ordem natural da vida. Se bem que, pensando melhor, a vida tem uma ordem?
E assim começa o meu dia, pensando no quão perene e sensível é a nossa passagem nesse mundo. Como diz minha amiga, a vida é um sopro. Em um instante, um coração saudável para de bater. É por isso que, depois de seu irmão ter partido, eu tenho ficado muito reflexiva no que eu quero pra mim e para os meus filhos. Porque cada momento é vida. Cada instante junto é algo a ser compartilhado.
Depois disso, reafirmei em mim a beleza dos pequenos momentos. Um passeio, mãos dadas, um carinho gratuito, um olho no olho. Não raras as vezes que deixo o computador de lado e me jogo no chão onde meus meninos estão brincando. Porque, cada dia que se passa é um dia a menos da gente juntos. Então, que saibamos aproveitar enquanto podemos olhá-los nos olhos, enquanto eles ainda cabem no nosso colo, enquanto aquelas barriguinhas sobem e descem com sua respiração. Que possamos nos permitir mais viver cada minuto da dádiva de ter esses tesouros. Porque um dia, cedo ou tarde, eles não estarão mais conosco.
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Agora mesmo, escrevendo esse texto, as lágrimas me vêm aos olhos. Impossível, como mãe, não me comover com a dor dessa mulher. Não me parece justo. Não me parece natural. Por mais que pensemos que a morte faz parte de nosso caminho, de nossa história, a verdade é que poucas – ou até nenhuma – mãe está preparada para ver seu filho partir antes dela.
Eu, que acredito na doutrina espírita e me apego a valores que até me consolam sobre a morte, ainda sim me comovo pelas outras mães. Sei que o sofrimento é de toda a família. Até eu, que não conheci o moço, sinto pela morte dele quando penso. Mas, para a mãe, ahhh, minha gente. Essa deve ser uma dor sem tamanho. Não sei se essa é a ordem natural da vida. Se bem que, pensando melhor, a vida tem uma ordem?
E assim começa o meu dia, pensando no quão perene e sensível é a nossa passagem nesse mundo. Como diz minha amiga, a vida é um sopro. Em um instante, um coração saudável para de bater. É por isso que, depois de seu irmão ter partido, eu tenho ficado muito reflexiva no que eu quero pra mim e para os meus filhos. Porque cada momento é vida. Cada instante junto é algo a ser compartilhado.
Depois disso, reafirmei em mim a beleza dos pequenos momentos. Um passeio, mãos dadas, um carinho gratuito, um olho no olho. Não raras as vezes que deixo o computador de lado e me jogo no chão onde meus meninos estão brincando. Porque, cada dia que se passa é um dia a menos da gente juntos. Então, que saibamos aproveitar enquanto podemos olhá-los nos olhos, enquanto eles ainda cabem no nosso colo, enquanto aquelas barriguinhas sobem e descem com sua respiração. Que possamos nos permitir mais viver cada minuto da dádiva de ter esses tesouros. Porque um dia, cedo ou tarde, eles não estarão mais conosco.
*Imagem: We Heart It
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Agora mesmo, escrevendo esse texto, as lágrimas me vêm aos olhos. Impossível, como mãe, não me comover com a dor dessa mulher. Não me parece justo. Não me parece natural. Por mais que pensemos que a morte faz parte de nosso caminho, de nossa história, a verdade é que poucas – ou até nenhuma – mãe está preparada para ver seu filho partir antes dela.
Eu, que acredito na doutrina espírita e me apego a valores que até me consolam sobre a morte, ainda sim me comovo pelas outras mães. Sei que o sofrimento é de toda a família. Até eu, que não conheci o moço, sinto pela morte dele quando penso. Mas, para a mãe, ahhh, minha gente. Essa deve ser uma dor sem tamanho. Não sei se essa é a ordem natural da vida. Se bem que, pensando melhor, a vida tem uma ordem?
E assim começa o meu dia, pensando no quão perene e sensível é a nossa passagem nesse mundo. Como diz minha amiga, a vida é um sopro. Em um instante, um coração saudável para de bater. É por isso que, depois de seu irmão ter partido, eu tenho ficado muito reflexiva no que eu quero pra mim e para os meus filhos. Porque cada momento é vida. Cada instante junto é algo a ser compartilhado.
Depois disso, reafirmei em mim a beleza dos pequenos momentos. Um passeio, mãos dadas, um carinho gratuito, um olho no olho. Não raras as vezes que deixo o computador de lado e me jogo no chão onde meus meninos estão brincando. Porque, cada dia que se passa é um dia a menos da gente juntos. Então, que saibamos aproveitar enquanto podemos olhá-los nos olhos, enquanto eles ainda cabem no nosso colo, enquanto aquelas barriguinhas sobem e descem com sua respiração. Que possamos nos permitir mais viver cada minuto da dádiva de ter esses tesouros. Porque um dia, cedo ou tarde, eles não estarão mais conosco.
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Eu, que acredito na doutrina espírita e me apego a valores que até me consolam sobre a morte, ainda sim me comovo pelas outras mães que já perderam seus filhos, por minha irmã que luta para não perder a sua pequena. Sei que o sofrimento é de toda a família. Mas, para a mãe, ahhh, minha gente. Essa e  uma dor sem tamanho. Não sei se essa é a ordem natural da vida. Se bem que, pensando melhor, a vida tem sempre uma ordem a ser seguida.

E assim começa o meu dia, pensando no quão perene e sensível é a nossa passagem nesse mundo. Como dizia minha tia Madalena , a vida é um sopro. Em um instante, um coração saudável para de bater. É por isso que, depois de minha filha ter  ter partido, eu tenho ficado muito reflexiva no que eu quero pra mim e para as minhas outras filhas. Por que cada momento é vida. Cada instante junto é algo a ser compartilhado a ser valorizado. Nestes momentos difíceis e que compreendemos o quão valorosa e a vida que temos que ser humilde e ajudar uns aos outros.Temos que ser mais humano, pois nesta vida tudo que temos de maior valor e nossa família. Ao ver minha sobrinha cheia de aparelhos entendo que talvez ela realmente esteja cansada, cansada de sentir  tanta dor, de tanto sofrimentos e que queira descansar, nesta hora entendo que o nosso amor por ela não pode ser tão egoísta ao ponto de deixa-la sofrer. Então oremos para que seja feita a vontade de Deus pois só ele sabe todas as coisas, só Deus e capaz de acalentar nossos corações e  renovar nossa fé e esperança.  

Depois de passar por tanto sofrimento de ver pessoas que tanto amo partir , reafirmei em mim a beleza dos pequenos momentos. Um passeio, mãos dadas, um carinho gratuito, um olho no olho. São raras ás vezes que deixamos o trabalho,  o computador , a rotina do dia a dia de lado e valorizamos

o caminhar de nossas vidas.  Porque, cada dia que se passa é um dia a menos da gente e um dia a menos ao lado de quem a gente ama. Então, que saibamos aproveitar enquanto podemos olhar nos olhos, enquanto as pessoas que amamos ainda estão ao nosso lado, enquanto ainda podemos abraçar, beijar sentir o cheiro. Não deixemos para valorizar as pessoas após sua partida pois neste momento e tarde demais para querer expressar algum tipo de sentimento.  Que possamos nos permitir mais viver cada minuto da dádiva de ter  tesouros valiosos como nossa família, nossos amigos. Porque um dia, cedo ou tarde, eles não estarão mais conosco e toda despedida seja ela eterna ou não e dolorosa.

Se escrevo isso e para poder compartilhar um pouco do que nossa família esta passando e que a força de vontade de viver de minha sobrinha seja um exemplo de que mesmo diante toda dor a luta pela vida deve ser sempre uma esperança, uma fé. Que possamos dar valor a cada respirar a cada minuto de nossa vida pois a vida e o tesouro mais precioso e a maior prova de amor que Deus nos deu.  

Gladys Mírian.



06 jan 2011

A dor da mãe que perde um filho

Post por Glauciana às 15:26 em Devaneios de Mãe

Ontem almocei com uma grande amiga. Na primeira oportunidade em que nos encontramos no novo ano, já fui logo dando um abraço forte, porque ela é dessas pessoas em quem a gente pode confiar. Ela, que vem de uma família muito unida e feliz, começa 2011 com um desafio ousado e bonito: aprender a viver de forma alegre sem um ente muito próximo.
Seu irmão, de apenas 30 anos, se foi no fim do ano que ficou pra trás. Ela, que acabara de voltar à São Paulo da casa da família, me contou uma cena que até agora me faz ficar com um nó na garganta quando me lembro. Na noite de Natal, não houve festa como em todos os outros anos. Não teve casa enfeitada. Não havia o que comemorar. Apenas seu núcleo familiar fez uma refeição na noite de 24 de dezembro. A mesa, que sua mãe montou, tinha cinco lugares: do pai, da mãe, do irmão caçula, da minha amiga e do irmão que se foi.
Cinco lugares e quatro pessoas. E foi assim a noite de Natal. A mãe, questionada por colocar o prato do filho que não está mais vivo, respondeu enfática: ele sempre terá o lugar dele na nossa família. E assim foi.
Agora mesmo, escrevendo esse texto, as lágrimas me vêm aos olhos. Impossível, como mãe, não me comover com a dor dessa mulher. Não me parece justo. Não me parece natural. Por mais que pensemos que a morte faz parte de nosso caminho, de nossa história, a verdade é que poucas – ou até nenhuma – mãe está preparada para ver seu filho partir antes dela.
Eu, que acredito na doutrina espírita e me apego a valores que até me consolam sobre a morte, ainda sim me comovo pelas outras mães. Sei que o sofrimento é de toda a família. Até eu, que não conheci o moço, sinto pela morte dele quando penso. Mas, para a mãe, ahhh, minha gente. Essa deve ser uma dor sem tamanho. Não sei se essa é a ordem natural da vida. Se bem que, pensando melhor, a vida tem uma ordem?
E assim começa o meu dia, pensando no quão perene e sensível é a nossa passagem nesse mundo. Como diz minha amiga, a vida é um sopro. Em um instante, um coração saudável para de bater. É por isso que, depois de seu irmão ter partido, eu tenho ficado muito reflexiva no que eu quero pra mim e para os meus filhos. Porque cada momento é vida. Cada instante junto é algo a ser compartilhado.
Depois disso, reafirmei em mim a beleza dos pequenos momentos. Um passeio, mãos dadas, um carinho gratuito, um olho no olho. Não raras as vezes que deixo o computador de lado e me jogo no chão onde meus meninos estão brincando. Porque, cada dia que se passa é um dia a menos da gente juntos. Então, que saibamos aproveitar enquanto podemos olhá-los nos olhos, enquanto eles ainda cabem no nosso colo, enquanto aquelas barriguinhas sobem e descem com sua respiração. Que possamos nos permitir mais viver cada minuto da dádiva de ter esses tesouros. Porque um dia, cedo ou tarde, eles não estarão mais conosco.
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